Como começar a faturar no Gestix Bills-POS

Abra o seu Gestix b-POS

Ao entrar no vosso Gestix b-POS aparecerá no menu lateral as funcionalidades do vosso Gestix

Menus e Funcionalidades de que Dispõe

Menu Clientes, onde pode fazer toda a gestão de seus clientes

Menu Faturação

Menu Serviço, onde regista os serviços a faturar. Ao registar um serviço e marcar a opção listado no Ponto de Venda, aparecerá a Página de serviços no seu POS

Comece a usar o seu POS tátil

Ao abrir o POS
Para criar novas páginas, clique em “Novo Botão” ou para editar página, selecione a família na parte superior e clique em “Editar (nome da pagina)”, abrirá a página onde colocará o título do Botão e carregará em baixo os artigos que aparecerá na página no POS.
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Taxa SIRCA no Gestix para a Agro-Pecuária

O novo Gestix, otimizado para Agro-Pecuária, oferece a matadouros e a comerciantes de gado uma solução para aplicar a taxa SIRCA na faturação certificada de forma simples e rápida.

Com a obrigatoriedade de utilização de software de faturação certificado isentos da taxa SIRCA.

Com a simples criação de um artigo específico, é possível registar a retenção ou acréscimo da taxa SIRCA na fatura sem contudo obrigar ao cadastro dos animais no inventário.

O valor da taxa SIRCA a considerar é fixado por lei para cada tipo de animal.

Detentores/Comerciantes

A taxa SIRCA é descontada ao total a pagar da fatura do detentor do animal, sem afetar o IVA.

Matadouros

A taxa SIRCA é acrescida ao total a pagar da fatura no caso do matadouro, sem afetar o IVA. Estes valores são entregues pelo Matadouro à entidade designada pelo Estado, a DGAV.

SIRCA – Valores Definidos (por ordem decrescente)

  • Bovinos com 12 ou mais meses de idade: 12,50€
  • Bovinos até 12 meses de idade: 7,50€
  • Suínos, porcos de engorda e reprodutores: 1,25€
  • Ovinos ou caprinos, adultos: 0,85€;
  • Ovinos ou caprinos, borregos e cabritos (crias): 0,40€
  • Suínos, leitões: 0,12€

Como começar a utilizar a taxa SIRCA na fatura Gestix

No menu Artigos crie uma ficha com para cada taxa SIRCA que se aplica ao seu negócio.

Por exemplo, se comercializa gado bovino, crie dois artigos com os seguintes dados:

Refª Item: %SIRCA-B1
Descrição: Bovinos até 12 meses de idade
Preço Unitário: 7,50€
Taxa IVA: 0%

Refª Item: %SIRCA-B2 
Descrição: Bovinos de mais de 12 meses de idade 
Preço Unitário: 12,50€ 
Taxa IVA: 0%

Uma taxa SIRCA uma ficha de artigo

Antes de utilizar esta taxa na faturação, crie um artigo para cada taxa que utiliza.

O IVA atribuído a este artigo deve ser 0%.

O preço unitário corresponde ao valor da taxa em Euros.

A Refª do Item deve começar por %SIRCA, ao que adiciona uns dígitos ou letras para diferenciar as várias taxas previstas. Neste exemplo, %SIRCA-B1 e %SIRCA-B2.

Para listar as taxas SIRCA que estão definidas no seu Gestix coloque SIRCA no ID do critério de listagem de artigos.

Após criados e verificados os artigos com os valores SIRCA a utilizar, o Gestix está pronto para desempenhar a faturação.

Fazer a Fatura ou Proforma com taxas SIRCA

Ao preencher a fatura, utilize uma linha da fatura para cada animal. A taxa SIRCA pode ser registada em várias linhas uma unidade, ou as várias unidades acumuladas numa só linha, como no exemplo seguinte.

A linha da taxa SIRCA não precisa de motivo de isenção porque a taxa SIRCA não está sujeita a IVA, nem conta para o valor líquido sujeito a IVA.

Na fatura impressa ou em PDF, o total das taxas SIRCA é acumulado no total de Retenções.

A assistência técnica é dada de forma prioritária por mail e por help desk telefónico e online.

Consultar:

DESPACHO LEGAL (ligação para a página DRE)

A taxa SIRCA, regulamentada pelo Despacho n.º 2905-A/2017, na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 33/2017, tem a seguinte redação:

Despacho n.º 2905-A/2017
Publicação: Diário da República n.º 69/2017, 2º Suplemento, Série II de 2017-04-06
Emissor:Finanças e Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural – Gabinetes do Ministro das Finanças e do Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação
Tipo de Diploma:Despacho
Parte:C – Governo e Administração direta e indireta do Estado
Número:2905-A/2017
Páginas:6572-(8) a 6572-(8)
Versão pdf: Descarregar
SUMÁRIO
Fixa os valores da taxa da SIRCA

Despacho n.º 2905-A/2017

O Decreto-Lei n.º 33/2017, de 23 de março, definiu as regras de financiamento do sistema de recolha de cadáveres de animais mortos nas explorações (SIRCA), sistema este criado para dar cumprimentos ao disposto no Regulamento (CE) n.º 1069/2009, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de outubro, e previu, no seu artigo 7.º, a taxa SIRCA, como modo de financiamento do sistema, e cujo valor é fixado pelos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da agricultura.

De acordo com as regras previstas no Decreto-Lei n.º 33/2017, de 23 de março, compete aos estabelecimentos de abate a liquidação e cobrança da taxa, para posterior entrega à DGAV, junto dos apresentantes, para abate, de animais das espécies bovina, ovina, caprina e suína, produzidos no território continental.

Nos termos do mesmo decreto-lei, todos aqueles que adquiram animais das referidas espécies, do seu detentor, devem assegurar, nessa aquisição, que o valor correspondente à taxa que irão pagar no matadouro lhes seja entregue pelo detentor do animal de quem o adquirem. É pois necessário conhecer, desde logo, o valor a cobrar na ocasião da alienação, por conta da taxa a pagar no matadouro.

A taxa SIRCA reflete o princípio da proporcionalidade, sendo estabelecida por espécie e classe etária do animal, assegurando uma comparticipação dos detentores dos animais nos custos associados com a recolha, processamento e eliminação ou utilização dos produtos derivados dos cadáveres dos animais que morram nos estabelecimentos.

A partir do conhecimento dos pesos das carcaças aprovados para consumo nos anos anteriores, período em que a taxa era fixada por quilo, foi determinado o custo por espécie e classe etária de animal, assim se apurando o critério para determinar a taxa aplicável por espécie de animal, combinado com limiares de idade. A fixação da taxa por espécie animal, nestes termos, em vez do peso do animal, tem a vantagem de ser sempre possível saber qual o valor da taxa a pagar no matadouro, antes da sua apresentação a abate.

Assim, nos termos do n.º 1 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 33/2017, de 23 de março, e de acordo com a delegação de competências constante da subalínea i) da alínea a) do n.º 3 do Despacho n.º 2243/2016, de 1 de fevereiro, do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 30, de 12 de fevereiro, determina-se:

1 – A taxa a cobrar aos bovinos, ovinos, caprinos e suínos aplica-se por animal, de acordo com a classe de adulto ou jovem, e são as seguintes:

a) Bovinos com 12 ou mais meses de idade – 12,50(euro);

b) Bovinos até 12 meses de idade – 7,50(euro);

c) Suínos – porcos de engorda e reprodutores – 1,25(euro);

d) Suínos – leitões – 0,12(euro);

e) Ovinos ou caprinos – adultos – 0,85(euro);

f) Ovinos ou caprinos – borregos e cabritos (crias) – 0,40(euro).

2 – As taxas indicadas no ponto 1 aplicam-se tanto no abate como na certificação sanitária para comércio intracomunitário ou exportação.

3 – O presente despacho entra em vigor trinta dias após a sua publicação.

5 de abril de 2017. – O Ministro das Finanças, Mário José Gomes de Freitas Centeno. – 28 de março de 2017. – O Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Vieira.

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A Fatura Eletrónica na Administração Pública

O Decreto Lei 111-B/2017 determina a utilização de um formato específico de Fatura Eletrónica a utilizar na faturação a entidades da Administração Pública por parte de empresas sediadas em Portugal.

Esta obrigatoriedade, imposta pelo Decreto Lei 111-B/2017, entraria em vigor a 1 de Janeiro de 2019, contudo, a 28 de Dezembro foi publicado o D.L. 123/2018 que adia esta obrigação. A ESPAP é a entidade competente para a implementação deste sistema.

DL123-2018-ESPAP-informacoes.pdf

Relativamente à Fatura Eletrónica. Decreto Lei 196/2007 não obrigatória, a sua implementação é opcional.

Sumário das características da Fatura Eletrónica Decreto Lei 196/2007

  • Assinatura digital do PDF da Fatura
  • Arquivo digital da Fatura na cloud
  • Disponibilização de hiperligação para acesso à Fatura,
  • Sem necessidade de anexar PDF nem de imprimir o documento
  • Custódia das Faturas Eletrónicas por 10 anos, em nome da entidade utilizadora

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O Gestix dispõe de fatura eletrónica em formato XML como módulo opcional (EDI – Electronic Document Interchange) e soluções compatíveis com o XML do grupo Generix e outros, para emissão e receção de documentos eletrónicos. Havendo requisitos técnicos, legais ou contratuais específicos, a Westix estuda e desenvolve a solução de acordo com esses requisitos.

Mais informação e contactos: gestix.com

Personalizar mail de envio de recibo no Gestix Enterprise

Ao enviar um documento por email, o Gestix utiliza um texto padrão composto dois blocos, o texto principal e o texto final (a área de cumprimentos/assinatura). O menu Admin > Texto permite configurar o texto padrão.

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Neste menu, ao definir um novo registo para texto padrão identificado por SENDMAIL no campo relatório, personaliza o mail utilizado para todos os documentos.

Para personalizar o texto de uma série específica, definir um novo registo para texto padrão identificado pelo código dessa série em vez de SENDMAIL.

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Por exemplo, para uma série FAT – Fatura, introduzir FAT no campo relatório, para personalizar o mail utilizado apenas para os documentos desta série FAT.

 

A nova lei de proteção de dados – RGPD – questões frequentes

Regime Geral de Proteção de Dados – RGPD, a nova lei de proteção de dados

Com a entrada em vigor do RGPD, a 25 de Maio de 2018, são conferidos direitos específicos ao cidadão em geral no que respeita à recolha e utilização dos seus dados pessoais.

Este artigo de mera opinião não tem caráter legal, apenas visa destacar as principais novidades que a entrada em vigor desta lei traz, no âmbito da utilização do Gestix ERP CRM (Software). Deve consultar os organismos oficiais ou  entidades competentes credenciadas para informação ou orientação específica nesta matéria.

Quais as principais implicações do RGPD para uma pequena organização?

A recolha de dados pessoais deve ser feita estritamente para efeitos legais e garantir que é efetuada de forma transparente. Por exemplo, a indicação do nome, morada e número de contribuinte na emissão de uma fatura.

Os dados assim recolhidos não devem ser utilizados para quaisquer outros fins sem o claro e explícito consentimento do titular desses dados.

O consentimento do titular dos dados deve ser feito de forma inequívoca e através de declaração ou ação afirmativa (Opt-in).

A organização deve ter a sua política de privacidade disponível para consulta, designadamente no que respeita a atividades relacionadas com os dados pessoais recolhidos.

O titular tem direito a alterar o seu consentimento, a solicitar a consulta, alteração e mesmo a eliminação dos seus dados pessoais.

Quando possua sites, lojas online, participação em redes sociais, processamento de mailings, inquéritos, entre outras atividades, a organização deve tomar medidas específicas no âmbito do RGPD.

Quais os dados considerados pessoais?

Os dados utilizados para efeitos de identificação, por exemplo, nome, número de contribuinte, e número do cartão de cidadão, não são geralmente considerados dados pessoais sensíveis, exceto quando associados a informação de caráter pessoal. Se estiverem associados a dados sobre o estado de saúde do titular, preferências de consumo, religiosas ou de outro caráter, já podem ser alvo dos critérios do RGPD.

Há impacto sobre as faturas produzidas Software?

Em geral, não existe necessidade de alteração específica ao nível da informação presente nos documentos fiscais/logísticos. A entidade apenas terá de se preocupar com esta questão quando inclua na fatura dados pessoais tais como estado de saúde, operações médicas ou análises clínicas, opções de caráter político, de consumo, etc. Nesse caso será importante incluir a declaração de privacidade de forma explícita.

E os dados que recolho para o Software?

Quando haja recolha e registo no software de dados pessoais abrangidos pelo RGPD, a organização deve ter em conta os seus deveres no âmbito desta lei, e considerar assim os direitos que os titulares desses dados tenham relativamente à consulta, alteração, e eliminação dos mesmos.

Por exemplo, um cliente poderá solicitar a consulta dos dados. Pode ser fornecida uma impressão do ecrã da consulta no software, para apresentação ao cliente. No caso de exigência de alteração ou eliminação, a organização deve proceder a essa operação,  mostrando nova impressão após efetuada.

E se eu tiver muitos dados sensíveis armazenados no Software?

No caso de necessidade de tratamento em massa deste tipo de situações, consulte a Gestix sobre as ferramentas modulares opcionais disponíveis para o efeito.

Pode ser exigida a eliminação de dados fiscais do programa de faturação?

O direito ao esquecimento não deve abranger dados fiscais obrigatórios para efeitos de direitos ou deveres fiscais, tais como nome, morada e NIF no caso da faturação, pelo menos durante o período em que é obrigatória por lei a manutenção do arquivo fiscal (10 anos).

Na data em que este artigo é publicado, aguarda-se com expectativa eventuais tomadas de posição da Autoridade Tributária relativamente ao impacto do RGPD ao nível dos dados ficais, designadamente os incluídos no ficheiro SAF-T, entre outros relatórios e formulários oficiais.

Controlar a Dívida de Cliente: Limite de Crédito

O Gestix permite gerir a dívida de cada cliente de forma personalizada. Na ficha do cliente, a secção Limite de Crédito, permite atribuir um limite da dívida em moeda e em prazo (dias).

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1. Limite de Crédito

Coloque um visto para ativar o controlo da dívida do cliente

2. Valor em Moeda

Coloque o valor máximo de dívida antes de o sistema impedir mais faturação. O valor zero não permite fazer faturas a crédito.

3. Dias de Crédito

Coloque o número de dias máximo que o cliente tem para pagar faturas em dívida. Se a fatura em dívida tiver mais do que aqueles dias, o sistema não deixa fazer mais faturas a crédito.

O Gestix permite assim, de forma simples, controlar o endividamento dos clientes de forma sistematizada. Os operadores comuns podem registar guias de remessa e/ou faturas até ao limite definido pela Gestão. Uma vez atingido esse limite, seja em montante seja em prazo, o sistema impede o envio de mercadoria/serviços quer por guias de remessa quer por faturas a crédito.

 

Gestix ERP CRM since 1986 on Earth, 2004 on the Cloud

Gestix: to manage is the key, to invoice is a joy

https://www.youtube.com/channel/UC6Fjo-yGM3hBp6Go-Hl55tg

Multi-level Budget / Financial Planning
Checking accounts (Banks)
Department and branch management
Customer Relationship Management (CRM)
Project billing and costing advanced
Easy to operate POS Touch-Screen
Management of warehouse and storage location
Inventory management advanced
Electronic Transmission of Inventory
Sales Force Access Control
Team and follow up tasks management
Production costing and manufacturing
After Sale Customer Support / Repairs / RMA
Suppliers RMA
Product Traceability Batch / Lot and validity period control
Guarantee/Warranty control by Serial Number / IMEI / Chassis number
Shipment API (DHL, Chronopost, etc)
Invoicing and customer accounts
Automated processing of outstanding bills
Automated billing of contracts/fees
Automated electronic transmission of documents
Direct e-mailing of documents
Automatic pricing and discount by product/customer
Bulk document import
Online Store Integration API
EDI – Electronic Document Interchange
Online and ATM Payment Gateways
Dashboard and global search
Full Multi-Language
Role-based access control to functions and data
Rated simultaneous users
Certified for VAT, IVA, GST, Stamp Duty and Eco taxes
Optional LDAP based user authentication

 

Motivos de isenção Artigo 9º do CIVA

Isenção de IVA ao abrigo do Art. 9º

Profissionais e atividades profissionais abrangidas pela isenção de IVA (Artº 9º)

Médicos
Odontologistas
Enfermeiros
Parteiros
Anestesistas
Proteses
Atores
Chefes de orquestra
Músicos
Desportistas
Profissionais de Saúde diversos

Atividades abrangidas (consultar Contabilista Certificado ou Finanças)

Transmissões de órgãos
Transmissão de sangue e leite humanos
Atividades públicas de rádio e televisão
Serviços médicos, sanitários proporcionados por entidades acreditadas como clínicas e hospitais
Serviços de segurança social
Aluguer de cofres
Assistência social
Serviços de Alojamento
Serviços Fúnebres diversos
Serviço público de remoção de resíduosServiços de Creches
Jardins-de-infância
Serviços de ATL tempos livres, Lares e estabelecimentos para Crianças, Jovens e Idosos
Arrendamento de imóveis
Ambulâncias de transporte de doentes e/ou feridos
Visitas a bibliotecas
Visitas a castelos, palácios e outros monumentos classificados

Consulte a Base legal Artigo 9º do CIVA

Visite gestix.pt

 

Faturas de Consignação

A entrega de mercadorias à consignação é uma transmissão de bens em que a liquidação do IVA fica suspensa até ao momento em que as mercadorias são vendidas pelo consignatário ao adquirente, ou até ao fim do prazo de um ano, desde a data da fatura de consignação, o que ocorrer primeiro.

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Assim, dentro de 5 dias úteis a contar do envio das mercadorias à consignação, o consignante deverá emitir a fatura de consignação. Desta deve constar a informação IVA não sujeito ou não tributado (M99).

O consignatário transmite ao fornecedor a relação de mercadorias vendidos com referência à fatura de consignação em que se encontram abrangidos.

O consignatário emitirá então uma fatura ao consignatário, com referência à respetiva fatura de consignação, das mercadorias respetivas.

O consignatário pode também registar uma ou mais guias de devolução de forma associada a uma fatura de consignação. No final do prazo de um ano após emissão da fatura de consignação, o total dos bens deverão ter sido alvo ou de faturação final, sujeita a IVA, ou de devolução.

O Gestix permite gerir de forma visual e analítica o estado das guias de consignação.

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Fluxo de operação:

1) envio da mercadoria à consignação, pelo consignante, ao consignatário, acompanhada de:
a) fatura de consignação (CONS),
ou de:
b) guia de transporte (GT), a qual dá origem a fatura de consignação (CONS) (prazo 5 dias úteis)
2) emitir fatura(s) dos bens vendidos ao adquirente, que pode ser de parte ou totalidade da CONS.
 
3) emitir guia(s) de devolução (DEV) dando entrada dos bens eventualmente retornados pelo consignatário ao emissor. Podem estas DEV ser de parte ou da totalidade da CONS.
 
4) Utilizar o mapa Clientes / Consignações para controlar a situação de consignações pendentes
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Referências:

Informações: suporte@gestix.com

 

Regime de IVA por Margem de Lucro

Regime da Margem de Lucro

O Regime de IVA por Margem de Lucro está previsto na lei para Galerias de Arte, Bens em 2ª mão, etc.

  • Regime da margem de lucro – Bens em segunda mão

  • Regime da margem de lucro – Objetos de arte

  • Regime da margem de lucro – Objetos de coleção e antiguidades

  • Regime da margem de lucro – Agências de viagens

O Gestix foi o primeiro software de faturação certificado a tratar esta modalidade de IVA sendo um sistema ERP CRM bastante completo e versátil.

Como funciona o regime especial de IVA por margem de lucro?

Ao optar por este regime, o artigo está na mesma sujeito a IVA mas o mesmo não é apresentado na fatura, não dando direito a dedução.

No regime geral, o imposto é calculado com base no valor da venda. No regime por margem de lucro, o imposto é calculado com base na margem bruta da venda, por forma a não dar origem a “dupla tributação”. Isto é, se o artigo já pagou IVA na venda em “novo”, agora apenas é taxado o montante do lucro bruto.

Mais informação: Guia Regime de IVA de Margem de Lucro

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No menu Admin / Definições, entre as várias opções de ordem fiscal, encontra-se a possibilidade de habilitar o regime especial, colocando um visto no campo “Tratar regime de IVA para Obras e Arte e Bens em 2ª Mão”. Esta opção é comum às restantes situações de Regime de Margem de Lucro.

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